Steve Clarke tratou como natural sua decisão de encerrar o trabalho à frente da seleção da Escócia depois da eliminação na Copa do Mundo. Segundo o treinador, a permanência no cargo dependia diretamente de uma campanha que levasse a equipe ao mata-mata.
Clarke explicou que já tinha em mente deixar o posto caso o time não atingisse a fase de disputas eliminatórias, o que acabou acontecendo. Com isso, a saída, nas palavras do técnico, tornou-se um desfecho fácil de ser tomado.
O comandante vinha liderando o projeto da seleção escocesa e agora fecha esse ciclo após uma campanha abaixo do objetivo esperado. A eliminação precoce pesou na avaliação final e selou o fim de sua passagem.
Mesmo com a despedida, Clarke deixa como principal marca a tentativa de recolocar a Escócia em um cenário competitivo em torneios de alto nível. A decisão abre caminho para uma nova fase no comando da equipe.